Convocamos os maçons e suas Lojas para comparecer, esta festa não é paga, é só para darmos a nossa atenção as crianças com CA, as brincadeiras é para as crianças que fazem o tratamento ontológico e nossos filhos e netos, como a ABOC entidade mantida pela Loja Construtores do Futuro é uma das organizadoras, nos maçons não poderíamos deixar de apoiar com nossa presença. Te espero lá, TFA, Ir.'. Fernando Colacioppo
FESTA NO ARRAIAL DA ONCOPEDIATRIA
Real e Benemérita Associação Portuguesa de Beneficência
Saguão / Térreo do Bloco III
DIA 03 DE JULHO DE 2005
(DOMINGO A PARTIR DAS 14:00 HRS.)
JOGOS – BRINCADEIRAS - MUITA MÚSICA E.... QUADRILHA!
CUMPAREÇA A SUA PRESENÇA É MUITO IMPORTANTE!
INTÉ LÁ!!!!
Organização: UNIONCO/SP
Apoio ABOC Associação Beneficente Odília Carvalho Entidade mantida pela Loja Construtores do Futuro Apoio www.redecolmeia.com.br
Curso de Cabala dia 02 de Julho às 9:30h Sábado agora no GOSP Rua São Joaquim, 457 Curso gratuito, com certificado, basta se inscrever, Sonia <snascimento@...>
Inscrições com Sra. Sônia (Secretaria do GOSP) 0 xx 11 3346-7088 ( 11:00 às 19:00 horas).
02 DE JULHO DE 2005II JORNADA CABALISTA
LOCALTEMPLO PIRATININGA/ GOSP SÃO PAULO
HORÁRIO10:00 / 16:00
PALESTRANTEJOSÉ ARNALDO MONTEIRO F. CASTRO
COM CERTIFICADO DE CONCLUSÃO DE CURSO.
TODOS OS PARTICIPANTES RECEBERÃO UM LIVRO: “JORNADA CABALISTA – PASSO A PASSO”, JOSÉ ARNALDO MONTEIRO F. CASTRO, MADRAS EDITORA.
Augusta e Respeitável Loja Simbólica Maçônica Paul Harris – 2146 29/06/05 (4ªf)
na Rua São Joaquim, 457 às 20h. Novo VM Paulo Roberto Couto da Fonseca O Eminente Grão Mestre Cláudio Roque Buono Ferreira será o VM Instalador Prestigiemos o nosso Querido e Poderoso Ir.'. Paulo Roberto Couto da Fonseca
Programação da Grande Secretaria de Cultura e Educação Maçônicas (GSCEM)/GOSP
02 DE JULHO DE 2005II JORNADA CABALISTA
LOCALTEMPLO PIRATININGA/ GOSP SÃO PAULO
HORÁRIO10:00 / 16:00
PALESTRANTEJOSÉ ARNALDO MONTEIRO F. CASTRO
COM CERTIFICADO DE CONCLUSÃO DE CURSO.
TODOS OS PARTICIPANTES RECEBERÃO UM LIVRO: “JORNADA CABALISTA – PASSO A PASSO”, JOSÉ ARNALDO MONTEIRO F. CASTRO, MADRAS EDITORA.
OBS. almoço por adesão R$ 10,00 (dez reais)
16 DE JULHO DE 2005CURSO PARA OFICIAIS EM LOJA: VENERÁVEL MESTRE / 1° VIGILANTE / 2° VIGILANTE / SECRETÁRIO / ORADOR / CHANCELER / TESOUREIRO
LOCALTEMPLO PIRATININGA/ GOSP SÃO PAULO
HORÁRIO10:00 / 12:00
12:00 / 14:00 – INTERVALO
14:00 / 16:00
PALESTRANTEEQUIPE DOS DEPARTAMENTOS
COM CERTIFICADO DE CONCLUSÃO DE CURSO.
06 DE AGOSTO DE 2005 JORNADA CABALISTA
LOCALTEMPLO ARLS "AMÉRICA SEGUNDA" Nº 445 / SÃO MANUEL - SP
HORÁRIO12:30 / 13:00 - ABERTURA
13:00 / 15:00 – INICIO
15:00 / 15:15 - INTERVALO
PALESTRANTEJOSÉ ARNALDO MONTEIRO F. CASTRO
OBS: COM CERTIFICADO DE CONCLUSÃO DE CURSO. SERÃO SORTEADOS, APÓS O CURSO, 30 EXEMPLARES DO LIVRO: "JORNADA CABALISTA - PASSOA PASSO", JOSÉ ARNALDO MONTEIRO F. CASTRO, MADRAS EDITORA
17 DE SETEMBRO 2005CURSO PARA OFICIAIS EM LOJA: VENERÁVEL MESTRE / 1° VIGILANTE / 2° VIGILANTE / SECRETÁRIO / ORADOR / CHANCELER / TESOUREIRO
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Fotos da posse Ir:. Arsenio F.Guimaraes, na ARLS WASHINGTON LUIZ I Obs. As fotos poderao serem baixadas clicando c/o botao direito do mouse e salvar
ABECE – Associação Brasileira de Engenharia e Consultoria Estrutural
Temos a satisfação de convidá-lo para a Palestra
The San Paulo (Brazilian) Railway Company :
A concretização de um desafio
Breves aspectos da implantação e consolidação da SPR através da análise de sua Arquitetura, Engenharia e Construção.
Expositor:Arq. MS. FÁBIO ROGÉRIO PEDRO CYRINO
- arquiteto e urbanista (1994) e Mestre em Estruturas Ambientais Urbanas e em História da Arquitetura (2000) pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo.
- Tem atuado nas áreas de design gráfico e arquitetura, com ênfase na conservação e proteção do patrimônio histórico e da pesquisa.
- É editor e diretor de arte e produção da Editora Landmark, além de tradutor dos livros “O Pórtico e a câmara do meio”, de autoria de Albert Pike, e “O segundo messias”, lançados pela Editora Landmark.
Abordagem:
Primeira Parte:
A Criação do Modelo Ferroviário Britânico a partir da Revolução Industrial.
1.Considerações introdutórias sobre o desenvolvimento das estradas de ferro.
2.As Primeiras Estradas de Ferro Britânicas e a Expansão Mundial do Modelo Ferroviário.
3.As Primeiras Manifestações Brasileiras sobre uma Política Ferroviária.
Segunda Parte:
TheSan Paulo (Brazilian) Railway Company Ltd.
1.A Formação da Companhia: Administrativa e Técnica.
2.A Implantação da primeira Linha :
a.os desafios de implantação e a transposição da Serra
b.inovações técnicas
c.o primeiro sistema funicular
3.Os Primeiros Anos de Operação.
4.Os Anos de Consolidação.
5.A Duplicação : a ampliação da linha e a nova transposição da Serra
a.a segunda transposição da Serra
b.inovações técnicas
c.o segundo sistema funicular.
6.A situação atual da linha
7.Perguntas e debate
Inscrições: Confirmar presença pelo tel. 5574.7766 r. 216/ 220 ou e-mail: divtec@...
Data: 30/06/2005(quinta-feira)– Horário: 20h00
Local: INSTITUTO DE ENGENHARIA DE SÃO PAULO
Av. Dr. Dante Pazzanese, 120 – V. Mariana
Estacionamento próprio
O Irmão Fábio é MI da Loja Harmonia e Concórdia,3522, e ex-Grande Secretário de Cultura do GOSP.
Este é um grupo voltado a informar as atividades dos oficiais do GOSP, GM's, GS's, Del's, e atividades das regionais.
CONSTITUIÇÃO DO GRANDE ORIENTE DO BRASIL - TÍTULO I - DA MAÇONARIA E SEUS PRINCÍPIOS
CAPÍTULO I - Dos princípios gerais da Maçonaria e dos postulados universais da Instituição
Art. 1° - A Maçonaria é uma instituição essencialmente iniciática, filosófica, filantrópica, progressista e evolucionista. Proclama a prevalência do espírito sobre a matéria. Pugna pelo aperfeiçoamento moral, intelectual e social da humanidade, por meio do cumprimento inflexível do dever, da prática desinteressada da beneficência e da investigação constante da verdade. Seus fins supremos são: LIBERDADE, IGUALDADE e FRATERNIDADE.
Além disso:
I - Condena a exploração do homem, os privilégios e as regalias, enaltecendo, porem, o mérito da inteligência e da virtude, bem como o valor demonstrado na prestação de serviços à Ordem, à Pátria e à Humanidade;
II - afirma que o sectarismo político, religioso ou racial é incompatível com a universalidade do espírito maçônico. Combate a ignorância, a superstição e a tirania;
III - proclama que os homens são livres e iguais em direitos e que a tolerância constitui o princípio cardeal nas relações humanas, para que sejam respeitadas as convicções e a dignidade de cada um;
IV - define a plena liberdade de expressão ao pensamento, como direito fundamental do ser humano, admitida a correlata responsabilidade;
V - reconhece o trabalho como dever social e direito inalienável; julga-o dignificante e nobre sob quaisquer de suas formas;
VI - considera Irmãos todos os Maçons, quaisquer que sejam suas raças, nacionalidades, convicções ou crenças;
VII - sustenta que os Maçons têm os seguintes deveres essenciais: amor à família, fidelidade e devotamento à Pátria e obediência à lei;
VIII - determina que os Maçons estendam e liberalizem os laços fraternais que os unem a todos os homens esparsos pela superfície da terra;
IX - recomenda a divulgação de sua doutrina pelo exemplo e pela palavra e combate, terminantemente o recurso à força e à violência para a consecução de quaisquer objetivos;
X - adota sinais e emblemas de elevada significação simbólica que são utilizados em suas oficinas de trabalho e servem para que os Maçons se reconheçam e auxiliem onde se encontrem.
Art. 2° - São postulados universais da Instituição Maçônica:
I - a existência de um princípio criador: o Grande Arquiteto do Universo;
II - o sigilo;
III - o simbolismo da Maçonaria Operativa;
IV - a divisão da Maçonaria Simbólica em três graus;
V - a lenda do Terceiro Grau e sua incorporação aos Rituais;
VI - a exclusiva iniciação de homens;
VII - a proibição de discussão ou controvérsia sobre matéria político-partidária, religiosa ou racial, dentro dos templos ou fora deles, em seu nome;
VIII - a manutenção das Três Grandes Luzes da Maçonaria: o Livro da Lei, o Esquadro e o Compasso, sempre à vista, em todas as sessões das Lojas e Corpos;
SALMO 133 - ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO - PARTE 2 por I.'. Antônio Guilherme de Paiva, M.'.M.'. da R.'.L.'. Charitas ll, Or.'. S. João Del-Rei, MG - Brasil
Continuação da Parte 1 deste trabalho; por favor verifique o Índice de trabalhos.
2ª PARTE
ANÁLISE INTERPRETATIVA
Rei David
É preciso lembrar que o que se escreve sofre influência da época em que foi escrito. Como este trabalho consiste na análise de um dos Salmos e este por sua vez, faz parte da Bíblia, é necessário ter em mente que a mesma foi escrita a mais de 2000 anos. Fazendo uso das palavras de Pio XII, o mesmo assim se expressou, ao se referir à Bíblia:
“Nas palavras escritas dos antigos autores orientais freqüentemente não é claro, como nos escritores nossos contemporâneos, qual é o sentido literal... é imprescindível que o interprete remonte mentalmente a esses recuados séculos do Oriente... distinga e veja claro, que gênero literário, quiseram empregar e de fato empregaram os escritores daquela vetusta idade, porque os antigos orientais, para exprimir o que tinham em mente, não empregaram sempre as mesmas formas e modos de dizer que nos usamos hoje, mas sim os que corriam entre os homens do seu tempo e da sua nação “. (29)
A forma geralmente usada na poesia dos salmos se chama “paralelismo”, que é a repetição de uma idéia, com outras palavras na linha ou nas linhas seguintes. É a repetição de idéias de estrofe a estrofe. (30)Este paralelismo, nas suas várias formas, e a riqueza de comparações, é que dão graça e beleza à poesia hebraica. Será dentro desta ótica que iremos tratar da análise do Salmo 133, denominado o Salmo da Concórdia ou da Fraternidade:
"OH! QUAO BOM E SUAVE É QUE OS IRMAOS VIVAM EM UNIÃO É COMO O ÓLEO PRECIOSO SOBRE A CABEÇA. O QUAL DESCE SOBRE A BARBA, A BARBA DE AARÃO. E QUE DESCE À ORLA DOS SEUS VESTIDOS É COMO O ORVALHO DE HERMON QUE DESCE SOBRE SIÃO PORQUE ALI O SENHOR ORDENA A BENÇAO E A VIDA PARA SEMPRE “
Saltério moderno
Atribui-se a David a autoria deste salmo no qual ele exalta a beleza do fato dos irmãos estarem juntos, em harmonia.
Deve ter sido escrito e cantado, ao som de um saltério, por ocasião da festa do Tabernáculo quando os israelitas subiam até Sião = Jerusalém para orarem no Templo. David ao levar para as sua cidade a Arca da Aliança, ali organizou o serviço religioso.
Com isso não tardou que para ali afluíssem os israelitas para adorar JAVE, o Senhor.(31) É importante registrar que antes da construção do Templo de Salomão, que iria abrigar a Arca da Aliança, a mesma ficava no Tabernáculo, na cidade de David, ou seja, Sião. O Tabernáculo era o Templo dos israelitas e o centro religioso da nação hebraica.
Atribui-se a David a autoria deste salmo no qual ele exalta a beleza do fato dos irmãos estarem juntos, em harmonia. Deve ter sido escrito e cantado, ao som de um saltério, por ocasião da festa do Tabernáculo quando os israelitas subiam até Sião = Jerusalém para orarem no Templo. David ao levar para as sua cidade a Arca da Aliança, ali organizou o serviço religioso.Com isso não tardou que para ali afluíssem os israelitas para adorar JAVE, o Senhor.(31) É importante registrar que antes da construção do Templo de Salomão, que iria abrigar a Arca da Aliança, a mesma ficava no Tabernáculo, na cidade de David, ou seja, Sião. O Tabernáculo era o Templo dos israelitas e o centro religioso da nação hebraica.
1 – “OH! QUÃO BOM E SUAVE É QUE OS IRMÃOS VIVAM EM UNIÃO”
Esta primeira frase é o canto de David pela confraternização dos romeiros, que passam o dia reunido na grande esplanada do Templo. Gente de toda Israel, que mal se conhece, vinda de todas as regiões, ali se congregam como irmãos e irmãs, como membros de uma grande família, de uma mesma nação, que vive sob a alegria profunda de adorarem um só Deus, Javé = Jeová. Transportando esta imagem para os dias de hoje, não é o que vemos nas nossas romarias nas cidades de Juazeiro do Norte, Congonhas, Belém do Pará? A televisão nos mostra os muçulmanos fazendo a sua peregrinação anual às cidades de Meca, Medina. Ou, os católicos nos santuários de Aparecida em São Paulo ou de Fátima em Portugal ou em Lourdes na França? Ou a Festa da Páscoa, atualmente, na Terra Santa? .
2 – “É COMO O ÓLEO PRECIOSO SOBRE A CABEÇA ...”
Encontramos na Bíblia, em Lev: 8.12 alusão a esta passagem que diz: “... derramou do azeite da unção sobre a cabeça de Aarão e ungiu-o para santificá-lo”. Este óleo era um perfume à base de mirra e oliva usado unicamente para ungir os reis e sacerdotes, pelo que se depreende da leitura de Ex.28.15.
O verbo derramar, aí conjugado no passado “derramou” significa que o mesmo “jorrou”, isto é, sem parcimônia, sem reservas o óleo sobre a cabeça e tão abundante foi que desceu pela sua barba, daí a alusão: “e que desce sobre a barba, a barba de Aarão”. Na tradução da Bíblia vulgata, entende-se por cabeça, o ouvido, a visão, o paladar, o olfato, as mãos, ou seja, o tato. Logo a “fronte”, “a cabeça”, também significa os cinco sentidos, e o óleo derramado, a purificação dos mesmos.
Unção de um Sacerdote
Vestes dos Sacerdotes
Nos diz o Ir.Minoru Tamura (32) da ARLS Ferraz de Vasconcelos, Oriente de São Paulo, referindo-se a este verso:
“A cena apresentada pelo salmista na unção de AARÃO, encerra uma simbologia majestosa. A cabeça é o emblema, o centro vital da existência; a barba é o emblema da honra, pois na antiguidade, sempre expressou honradez e probidade, principalmente no Oriente, por razões das velhas tradições; as vestes são o emblema da honestidade e pudor e de especial significado litúrgico e ritualístico.”
“E QUE DESCE À ORLA DOS SEUS VESTIDOS”
Já o Ir.Francisco Luis Nanci, (33) analisando este salmo, dá uma interpretação bem interessante, onde ele diz que num sentido mais místico e esotérico, nosso próprio corpo físico convive com vários outros corpos de natureza sutil, através dos quais nossa partícula divina, nosso Deus interior, se manifesta em suas múltiplas personalidades para poder difundir em nós sua força e sua vontade.
Que nos trabalhos em Loja Maçônica, quando todos estão unidos, harmonizados e concentrados esse “óleo precioso” vem até nossas cabeças, e nos infunde gradativamente a Energia Divina.As vestes representam o nosso corpo físico, a nossa parte externa. Conclui seu raciocínio dizendo que o óleo precioso (Energia Divina), antes de encharcar nossas vestes (nosso corpo), derrama-se sobre sua cabeça e barba (receptor das manifestações vindas da presença de Deus), até à orla dos seus vestidos (são as emanações que se distribuem por todo o nosso corpo).
3 – “É COMO O ORVALHO DE HERMON...”
Israel faz divisa pelo norte com o Líbano e a oeste com a Síria; o Monte Hermon assinala as divisas entre estes países. Pela sua altura, de 2814 metros, seus picos estão permanentemente cobertos de neve (imagem ao lado). Nas regiões desérticas, a evaporação da umidade concentra-se nas montanhas e retorna durante a noite sob a forma de orvalho, suprimindo assim a falta de chuvas e propiciando as condições para uma boa colheita e dando com isto, as condições para a fixação do homem a região Por outro ladoo degelo da neve do Monte Hermoné fonte alimentadora do rio Jordão que abastece toda a região,irrigando o solo palestino,trazendo com o alimento(benção) para o povo,pão para comer. O Monte Hermon, na visão de David, através do seu orvalho, é sinal de vida.
“QUE DESCE SOBRE SIAO...” O Monte Sião tem aproximadamente 800 metros de altitude daí, portanto a expressão “... descer sobre Sião” querendo dizer “sobre as colinas de Sião”, porque nos salmos 87:2 e 51:18 e mais 179 vezes Jerusalém é chamada de Sião (34) No Salmo 125:1-2 há uma bela referência a este respeito:
“Os que confiam no Senhor são como o Monte de Sião que não se abala, mas permanece para sempre. Como estão os montes à volta de Jerusalém ,assim o Senhor está em volta do seu povo desde agora e para sempre.” (nosso grifo)
“PORQUE ALI O SENHOR ORDENOU A BENÇÃO E A VIDA PARA SEMPRE” David, ao conquistar a fortaleza de Sião, transportoupara ali a Arca da aliança e construiu para ela um Tabernáculo. Com isso Sião tornou-se a “cidade do Senhor”, local da Sua morada, local do seu repouso: “... este é o meu repouso para sempre; aqui habitarei, pois o desejei.” (Salmo 132;13-14)
Com a presença da Arca da Aliança, Sião tornou-se a capital religiosa dos Israelitas, um lugar santo, sagrado, conforme se depreende da leitura do Salmo 154.21 que nos diz: "... bendito seja o Senhor desde Sião que habita em Jerusalém”. David compara o óleo descendo sobre a cabeça de Aarão com o orvalho descendo sobre Sião. Aarão é sumo sacerdote, o chefe religioso da nação israelita, é a “cabeça” espiritual do povo hebreu, da mesma forma que Sião é a capital espiritual de Israel. O primeiro purifica, consagra um sacerdote para o serviço do Senhor, tornando Aarão um homem puro, justo e perfeito para as funções sacerdotais.
Na segunda imagem o orvalho sobre Sião é a água que, além de purificar, torna possível a vida ao redor de Jerusalém. É como o óleo (água) caindo sobre Aarão (Jerusalém) porque ali em Sião, (Javé), o Senhor (representado pela a Arca da Aliança) havia ordenado a Sua benção para sempre.
Entrada de Davi em Sião
O fato dos romeiros estarem ali reunidos fazia com que a benção descesse para todos. Isto para David é algo concreto. Manifesta-se na natureza, no óleo, no orvalho, nas chuvas, nas águas do Rio Jordão que irriga a terra e a torna fértil tornando possível a posse da Terra Prometida. David emprega uma linguagem prática para mostrar que Sião é o centro religioso de Israel, pois ali o Senhor havia escolhido para Sua morada.
CONCLUSÃO
O objetivo deste trabalho foi uma tentativa de analisar, dentro de um contexto histórico, as figuras de David e de Aarão e suas importâncias dentro da formação religiosa do povo hebreu, a partir do Salmo 133.
Por extensão analisei também a importância do Livro da Lei e sua divisão em Velho e Novo Testamento. Fiz uma abordagem da localização geográfica dos Montes Hermon e Sião e a inclusão dos mesmos no contexto histórico ora analisado. Por extensão do próprio trabalho não pude deixar de me referir ao papel da Arca da Aliança e do Tabernáculo. O Salmo 133 é conhecido como o Salmo da Fraternidade. A vivência desta belíssima exortação deve ser a base da nossa conduta, o sustentáculo da sociedade, não só maçônica, mas profana. A palavra divina, os ensinamentos do G A D U que devemos seguir para realizar com perfeição, chega-nos como o óleo, como o orvalho chega até Sião, pois ele mesmo nos disse para “amarmos ao próximo como Eu vos amei”.
Para David a união entre os irmãos deve ser o penhor de prosperidade, de satisfação.O Salmo, que é alusivo à concórdia, nos ensina que é bom, suave, que os irmãos vivam em união, como é agradável sentir a sensação do santo óleo escorrer pela fronte. Tanto o óleo, como o orvalho têm o mesmo sentido: ambos vem do alto, do céu, do Senhor. Cair, se entende, como se não houvesse obstáculo, pois a amizade, a fraternidade deve imperar entre todos, sem reservas, barreiras ou sofismas.
A nossa fraternidade ou aquela que entendemos como tal, não deve ter o mesmo conceito do mundo profano.Pelo próprio fato de pertencermos a uma ordem à qual juramos fidelidade, já é o bastante para torna-la diferente. Aqui o meu vizinho é meu irmão (frater) e como o orvalho que cai sem obstáculo, assim deve ser também a amizade: sem sofismas, reservas. Pois só assim fazendo, teremos a certeza de que o Senhor fará derramar a vida e a Sua benção entre nós, para todo o sempre.
Notas Bibliográficas (Parte 2) 29 – Bíblia Sagrada, Encíclica Divino Afflante Spiritu, Pio XII, parte II, parágrafo 2o. 30 – Dicionário Aurélio – Versão eletrônica –Versão 3.0 -Século XXI 31 - Ir.Valdir, Revista Trolha, out. /99 p.8. 32 – A Ampulheta, n.31, p.6. 33 – O Prumo, n.113.p.6 34 – www.uol.com/bibliaworld/igreja/responde/bibo11.htm
BIBLIOGRAFIA Bíblia Sagrada.Tradução Missionários Capuchinhos, Lisboa, 1971/1972. BOLETIM INFORMATIVO, Loja Duque de Caxias n° 70,Santos,n.338.ano XXXVOut.1999 BOLETIM TRIMESTRAL Loja “Ferraz de Vasconcelos”,São Paulo,n.31,ano VI, Mar./Abr.2001 CASTELANI,Jose.A Maçonaria e sua Herança Hebraica, Maringá,Trolha,1993. GOMES, Pinharanda A Regra Primitiva dos Cavalheiros Templários,Lisboa,Hugin, 1990. MELLOR,Alec .Dicionário da Franco Maçonaria,rio de Janeiro,ed.Martins Fontes,19.... MINAS GERAIS,Grande Loja Maçônica.Landmarks e a Constituição de AndersonSd. PAIVA,Antonio Guilherme. Salmo 133. S j Del Rei,1984,ed.particular REVISTA Trolha.Maringá,n.130.ago.1997 REVISTA Prumo.Florianópolis,n.117.ano XXVI.nov./dez.1997 REVISTA Superinteressantr.Abril,Mai./2002 WINTER,Enia & SALLES,Paulo, Metologia da Pesquisa Científica.São Paulo. Cedas.1997 Internet – Sites: www.salmo133.org www.terrasanta.hpj.ig.com.br www.proveg.com/igrehjabatista/ www.us.israel.org www.pefelix.bturbo.com www.bibareh.com www.uol.com.br www.ultimosegundo.ig.com.br
ANEXO Partitura do Salmo 133 (clique nas miniaturas abaixo para ver versão ampliada). Desenvolvida pelo prof. Abgar Campos Tirado ex-diretor do Cons.Música Padre Jose Maria Xavierde São João Del Rei; Solista Prof.Adilson Candido.
SALMO 133 - ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO- PARTE 1 por I.'. Antônio Guilherme de Paiva, M.'.M.'. da R.'.L.'. Charitas ll, Or.'. S. João Del-Rei, MG - Brasil
SALMO 133 Ecce quam bonum et Quam iucundumhabitare fratres in unum Sicut unguentum in capite Quod descendit in barbam barbam Aaron Quod descendit in ora vestimenti eius Sicut rosHermon quod descendit Iin montem Sion quoniam illic mandavit Dominus Benedictionem et vitam usque in saeculum
SALMO 133 “OH! QUÃO BOM E SUAVE É QUE OS IRMÃOS VIVAM EM UNIÃO. É COMO O ÓLEO PRECIOSO SOBRE A CABEÇA. QUE DESCE SOBRE A BARBA, A BARBA DE AARÃO,E QUE DESCE À ORLA DOS SEUS VESTIDOS. É COMO O ORVALHO DE HERMON QUE DESCE SOBRE SIAO; PORQUE ALI O SENHOR ORDENOU A BÊNÇAO E A VIDA PARA SEMPRE.”
ÍNDICE
1ª PARTE 1 - Landmarks 2 - A Bíblia 2.1 - A divisão da Bíblia 2.2 - A abertura da Bíblia – Salmo 133 3 - Os Salmos : classificação 4 - Personagens Bíblicos 4.1 - David 4.2 - Aarão 4.2.1 - Tabernáculo, precursor do Templo 4.2.2 - A Arca da Aliança 4.2.3 - O simbolismo da Arca 4.2.4 - Vestes de Aarão 4.2.5 - O óleo da unção 5 - Os Montes 5.1 - Hermo
2ª PARTE 6. Análise interpretativa 6.1 Oh! Como bom e suave é que os irmãos vivam em união... 6.2 É como o óleo precioso sobre a cabeça... 6.3 É como o orvalho de Hermon. Conclusão Notas Bibliográficas Bibliografia
Introdução
Grande parte do cerimonial maçônico tem sua origem, nos ritos da antiguidade, adaptado às exigências modernas. Dos ritos antigos, a influência mais visível é da hebraica.(Castelani, 1993, p.19). No dizer do citado autor, a Maçonaria moderna é considerada como a herdeira dos ritos, práticas e tradições hebraicas, a começar pelo Templo de Jerusalém, que é o arquétipo das Igrejas, e indiretamente dos Templos Maçônicos. Para que pudesse analisar o Salmo 133, denominado Salmo da Fraternidade ou da Concórdia, dividi o trabalho em duas partes. A primeira, desenvolvida de forma descritiva, procura situar dois personagens bíblicos, dentro de um contexto histórico: Aarão, citado nominalmente, e David, tido como autor do citado salmo. Da mesma forma, dois pontos geográficos também mereceram análise: os Montes Sião e Hermon.
Pretendo também comentar a relação existente entre os Landmarks e a obrigação da abertura de um Livro da Lei, no nosso caso a Bíblia, cujos salmos fazem parte da mesma. Na segunda parte deste trabalho, irei analisar de forma subjetiva os dizeres do Salmo 133 e os ensinamentos que dele se podem ser extraídos. Para a consecução do objetivo me apoei em várias fontes: a Bíblia Católica, livros, Revista Trolha, boletins de lojas e vários sites da internet, todos relacionados na bibliografia.
1 - LANDMARKS
A palavra, cuja origem é inglesa, no seu sentido etimológico, pode ser entendida como “limites fronteiriços” (land = terra e mark = marca, limite) que delimitam um território e que, por isso não podem ser alterados ou removidos. A Grande Loja Maçônica de Minas Gerais define os Landmarks como “... as mais antigas leis que regem a Maçonaria Universal, pelo que se caracteriza pela antiguidade” (1)·.Allec Melor (1989) define os Landmarks como: “Landmarks são as regras de conduta queexistem desde tempos imemoriais – seja sob a forma de lei escrita ou não escrita -, que são co-essenciais à sociedade (maçônica), que são imutáveis, e que todo maçom é obrigado a manter intactas, em virtude dos mais solenes e invioláveis compromissos”.(2)
Nos primórdios da nossa ordem, não existiram normas e regras escritas diferentemente dos Templários, que a tinham escritas (3). O Irmão Francisco José Lucas da A R L S Baden Powell, n.173 da G L S P, assim se exprime a respeito: “... o pensamento filosófico ia se formandooralmente, se consolidando e sendo transmitido por herança dos mestres aos discípulos, pois, sempre existe quem ensinasse e que ouvisse e aprendesse. Todaatradição oral, no entanto, se sujeita a alterações e interpretações e somente com princípios básicos é que essa filosofia de vida pode subsistir e se manteraté agora.Tais são os veneráveis Landmarks da Franco Maçonaria RegularUniversal “. (4)
No mesmo trabalho o Irmão Francisco nos diz que os Landmarks não foram escritos por nenhum legislador; não é menos verdade que, por mais que o historiador maçônico procure as suas origens, ele encontra textos relacionados à sua existência. Diz textualmente: “... desde a era operativa, os Olds Charges mencionam osprincipais deles:crença em Deus, respeito à Lei Moral, Loja, segredo, masculinidade. O Poema Regius atribui-lhes uma forma didática “. (5)
Em1723. a Franco Maçonaria proclama nos Estatutos de Anderson que citam as General Regulations de Payne: “... Provided always that the Old Landmarks be carrefully” (contanto que os antigos Landmarks sejam escrupulosamente preservados).
Podemos concluir que os Landmarks são regras de conduta que existem a longo tempo (sem podermos precisar quando), quer seja sob a forma de lei escrita ou não, e que são imutáveis e que todo maçom é obrigado a manter intactas. O grande escritor norte americano Albert G. Mackey compilou vinte e cinco Landmarks, tidos como aceitos e que as Grandes Lojas acolheram. No presente trabalho interessa-nos o vigésimo primeiro, que diz: “É indispensável a existência no Altar, de um Livro da Lei, o Livro que conforme a crença, se supõe conter a verdade revelada pelo GADU. Não cuidando a maçonaria de intervir na peculiaridade da fé religiosa de seus membros. Exige, por isso, este Landmark que, um da Lei seja parte indispensável dos utensílios de uma loja”.(6)
Podemos perguntar: Por que o Livro da lei?Porque nele encontramos os preceitos religiosos. É a palavra escrita, é o “Verbo”, a representação simbólica da Sua Presença entre nós. A designação de Livro da Lei deve ser entendida como o “Livro da Lei Sagrada”, logo, ele pode mudar de acordo com a religião dos próprios obreiros, já que para ser maçom há a necessidade de se acreditar em um ente supremo, criador de todas as coisas. Definitivamente, o maçom não pode ser ateu.
O Livro da Lei pode ser:
a) Livro dos Mortos – para os egípcios. b) A Bíblia para os Católicos c) Vedas – para os hindus d) O Torah para os judeus e) O Alcorão para os Muçulmanos
Bíblia
Alcorão
Torah
2 – A BIBLIA (7)
Livro impresso por Gunttemberg, no século XV, e o mais vendido da história, a Bíblia reúne escrito fundamental para as três grandes religiões monoteístas: Judaísmo, Cristianismo e Islamismo. Na verdade, a Bíblia é uma biblioteca de 73 livros escritos em momentos históricos diferentes. Até hoje, os arqueólogos não encontraram nada que pudesse comprovar a autoria de nenhum livro bíblico.Os textos mais antigos do Velho Testamento fazem parte dos Manuscritos do Mar Morto.São cópias integrais ou parciais de todos os livros do Antigo Testamento.
A datação mostrou que os textos mais antigos eram de 200 a C., cerca de mil anos mais recentes do que, segundo a Bíblia, alguns deles foram escritos. Em relação ao Novo Testamento, os escritos mais antigos são os papiros com trechos do livro do apóstolo João, de 130 d.C.
A discussão sobre a autoria dos textos é pesada. A Bíblia cita, por exemplo, Moisés como o escritor dos primeiros cinco livros, mas alguns estudiosos enxergam no estilo literário do Pentateuco – “cinco livros”, em grego – o que tornaria pouco provável que a tenha saído das mãos da mesma pessoa.A primeira compilação que se tem notícia da Bíblia que aparece na estante de fiéis do mundo inteiro foi feita por estudiosos gregos. Por volta de 200d.C.,foram reunidos num só livro todos os textos sagrados, com o Antigo Testamento em hebraico e o Novo Testamento em grego. Pouco mais de 100 anos depois, o Concílio de Nicéia reconheceu e oficializou a coletânea como sendo a Bíblia Sagrada.
O Pentateuto é formado pelos primeiros cinco livros, que compõem o Torah do Judaísmo (a palavra significa “lei” em hebraico) Em grego, o conjunto destes livros recebeu o nome de Pentateuco (cinco livros).São considerados os textos históricos da Bíblia, porque pretendem contar o que ocorreu desde o inicio dos tempos, inclusive a criação do homem que, segundos alguns teólogos, teria ocorrido em 5000 a C. (7)
Os 27 livros do Novo Testamento abarcam um período bem menor: cerca de 70 anos, que vão do O Velho Testamento, aceito como sagrado por judeus, cristãos e muçulmanos, é composto de 46 livros que pretendem resumir a história do povo hebreu desde o chamamento de Abraão por Deus, que teria ocorrido por volta de 1850 a C., até a conquista da Palestina pelos exércitos de Alexandre Magno e as revoltas do povo judeu contra o domínio grego, por volta de 300 a C.
2.1 - A DIVISÃO DA BIBLIA (8)
Os diversos livros da Bíblia, como falamos anteriormente, estão agrupados em dois testamentos: o Velho e o Novo.
VELHO TESTAMENTO
I –HISTÓRICOS ; pentateuco
Gêneses
que trata da origem do homem
Êxodos
conta a saída dos hebreus para o Egito
Levítico
conta a saída dos hebreus para o Egito
Números
trata da origem do povo hebreu
Deuteronômio
conta a história do povo hebreu
Josué - Juizes - Rute - Esdras - Tobías -Judith - Éster - Macabeus - Reis I e II
Oseías - Joel - Amós - Abdias - Jonas - Miquéias - Naum - Habacque - Sofonias - Argeu
NOVO TESTAMENTO
HISTÓRICOS
DIDÁTICOS.
PROFÉTICOS
Os quatro evangelhos
Epístolas de São Paulo
Apocalipse
Atos dos Apóstolos
Epístolas aos católicos
É preciso ter em mente que a formação da Bíblia foi lenta e muito complicada. É o resultado do trabalho de várias mãos que durou séculos, onde a tradição oral era o forte. No Boletim O Aprendiz da Loja Duque de Caxias, de n.99, p.16 encontramos a seguinte citação que corrobora nossa afirmativa: “A Bíblia foi escrita num período de 1600 anos, desde 1500 a C. até o ano de 900 d C., quando João escreveu seu Santo Evangelho, na Ásia Menor. Foi escrito originalmente em hebreu,aramaico e grego, em folhas de papiro e depois em pele de carneiro”. (9)
2.2 – ABERTURA DA BÍBLIA: SALMO 133
A abertura do Livro Sagrado marca o início real dos trabalhos numa loja maçônica, pois o ato, embora simples, porém solene, é de grande importância, pois que simboliza a presença efetiva da palavra do Grande Arquiteto do Universo. Num artigo publicado pela revista Trolha, de agosto de 1997, lê-se que esta prática de se usar o Livro da Lei foi estabelecida em 1717, a partir da G L da Inglaterra, embora haja referência ao seu uso a partir de 1670.(10). Segundo Castelani, a leitura do salmo foi usada pela primeira vez,perto da metade do século XVIII, por algumas Lojas do Yorkshire, na Inglaterra, quando ainda nem havia um rito plenamente organizado. Em pouco tempo, esse hábito foi abandonado e, já a partir da adoção do rito Inglês de Emulation,(que indevidamente fala se em "de York") abria-se a Bíblia em qualquer lugar, sem leitura de versículos. Todavia, esse hábito foi retomado por algumas Grandes Lojas norte-americanas,principalmente a de Nova York. Nos EUA, no simbolismo, só se pratica o rito de York, pois o REAA só é praticado nos Altos Graus. Da Grande Loja de Nova York, por cópia, o salmo foi introduzido no Brasil e em algumas outras Obediências da América do Sul, no REAA. Neste, na verdade, tradicionalmente se abre o Livro em João e são lidos os versículos 1 a 5 do capítulo 1.
Há variedades em termos da abertura da Bíblia: o Grande Oriente Paulista, no grau de Aprendiz, adotou iniciar a reunião lendo João, 1.1 a 5 (11), o que confirma os dizeres do Ir.Castelani. Tem-se noticias, que o Livro de Ruth IV é aberto em algumas Lojas dos EUA e também na Inglaterra. É também chamado de Salmo da Pelo que sabemos, tratando-se das Grandes Lojas, abre-se a Bíblia, no Livro dos Salmos e lê-se o de número 133 o qual, especificamente ressalta Concórdia.
Cavaleiros Templários
O Salmo 133 é no dizer do Ir.Valdir Fernandes (12) uma eloqüente descrição da beleza do amor fraternal, e por esta razão muito mais apropriado para ilustrar uma sociedade cuja existência depende daqueles nobres princípios.
É importante registrar que a leitura deste salmo já era adotado pelos antigos cavaleiros templários, nas suas iniciações, no ano de 1128, conforme nos demonstra Gomes (1999), o qual, no seu livro “A Regra Primitiva dos Cavaleiros do Templo”, às páginas 81 e 149, traduzindo os “Cânones do Ritual da Recepção na Ordem do Templo”, número 678 nos diz: “... Et lê frere chapelain dait lê saume dire que l’on dit, Ecce quam bonumet quam incubum, /habitare frates in unum...” (E o irmão capelão deve recitar o salmo que diz. Eis ,como é bom, como é bom, como é delicioso, /viverem os irmãos em boa união)
3 – Os SALMOS: classificação
Saltério Dá-se o nome de Salmos (do hebraico = psalmus) aos cânticos religiosos e patrióticos dos israelitas. Segundo a Bíblia , com o movimento de fixação por escrito das tradições israelitas pelo profeta Ezequiel e pelos seus discípulos , e continuado após a restauração de Israel por várias gerações de escribas, foram-se formando diversas coleções dos Salmos.Algumas dessas coleções podem ser mais antigas e datarem do mesmotempo de David ou mesmo de Isaías.(13). Para o I.'. Valdir, citado anteriormente, os Salmos eram cânticos destinados aos serviços corais do Templo ou das Sinagogas e eram entoados sob o acompanhamento de um “saltério” (de = psalterium), que poderia ser talvez uma harpa, citara ou lira, como se lê em Salmos 108:1-2: “Preparado está meu coração, ó Deus: cantarei e salmodiarei com toda a minha alma. Despertai, saltério e harpas; eu despertarei ao romper da alva.”
Os Salmos (14) Livro dos Salmos fazem parte dos chamados livros didáticos do A.T. e são compostos por 150 salmos e abrangem todo o campo das emoções, desde a alegria até ao ódio, do desespero até a esperança. Podemos classificá-los em:
Laudatórios - louvam a Deus, à sua grandeza, magnificência e misericórdia. Deprecatórios - onde o salmista expõe osmales e queixas. Gratulatórios - agradecimento de benefícios ou preces atendidas. Penitenciais - pedem perdão de pecados pessoais ou do povo. Históricos - versam sobre a história de Israel. Messiânicos - referem-se ao futuro Messias p.ex. 2 a 108 Fraternidade - refere-se à concórdia entre os irmãos p.ex. 133
Saltério
Os Salmos são atribuídos a David. Não é que David seja o autor de todos eles. Alguns são atribuídos pelo próprio texto a Azaph, aos filhos de Core, e etc e outros são simplesmente anônimos. Os Salmos, após minuciosas pesquisas históricas levam a supor que as composições cubram um período de tempo de quase mil anos, com o seu ápice na época monárquico posterior a David, antes do exílio da Babilônia (entre 800 a 600 a C).(15)
Rei David
4 – PERSONAGENS BÍBLICOS
4.1 – DAVID: (18)
A Bíblia define o rei David como o cantor dos cânticos de Israel, pela habilidade em tocar a citara, graças à qual entrou para a corte do rei Saul (16).
David ou Rei David era um excelente salmista e os historiadores não sabem precisar quantos salmos podem ser-lhe atribuídos: 73 são designados com a fórmula “Le David”, que pode significar, “de David” mas também pode significar “a respeito” de David (17).
Unção de David
Para se falar de Davi há necessidade de inseri-lo dentro do contexto histórico da época. As primeiras civilizações da história surgiram e se desenvolveram entre 2.800 e 400 a C.nas regiões ribeirinhas do Oriente Médio.
São as civilizações da antiguidade oriental, que viviam no contexto do modo de produção asiático e que se espalharam por cinco áreas interligadas geograficamente e Culturalmente: Mesopotâmia (atual Iraque), Egito, Fenícia (região do Líbano), Pérsia (Irã) e Palestina. Por volta de 1050 a.C., dois séculos após o êxodo (fuga dos judeus do Egito para Palestina), os hebreus tiveram que lutar com persistência contra cananeus e filisteus. Josué, sucessor de Moises, agrupou os vários clãs em 12 tribos pelas terras conquistadas. A resistência de cananeus e filisteus tornava indispensável a unidade política das tribos e a fidelidade religiosa em um único Deus, Jeová, (“JAVÉ”, aquele que é).
Unção de David
Saul, o primeiro rei dos hebreus, foi sucedido por David, em 1006 a.C., que se destacou por derrotar o gigante Golias.Sob comando de David, os israelitas tomaram Jerusalém na luta contra os cananeus, transformando-a em sua capital. Outras vitórias contra filisteus, moabitas e arameus garantem a independência do reino de Israel. David reforçou a tradição judaica a partir da união das doze tribos. Seu reinado, altamente próspero, durou 40 anos.De sua união com Betsabé nasceu Salomão que o sucedeu. David nasceu em Belém e é tido como antepassado de Jesus. David Levou para Jerusalém (Sião) a Arca da Aliança, nomeou os chefes dos sacerdotes e fez tudo para manter o seu culto.
4.2 – AARÃO
Aarão
A genealogia de Aarão nos mostra que ele era bisneto de Levi, daí dizer-se que ele era da “casa de Levi”. Era irmão mais velho de Moisés e filho primogênito de Amrao e Jacobed. Ajudou Moisés a libertar o povo hebreu do cativeiro egípcio. Foi seu intérprete junto ao faraó do Egito e os anciãos de Israel.(19).
Foi o fundador do sacerdócio hebraico e por isso passou a ser o patriarca da classe sacerdotal. Seu nome significa “iluminado”, ”elevado”, ou “sublime”.
Após a libertação dos israelitas do jugo egípcio,(Ex.13,1-2) os primogênitos foram “eleitos” para o sacerdócio do senhor, tornando-se uma instituição definitiva que vai ser ratificada com a construção do Templo. (Ex.28.1-43).
4.2.1- Tabernáculo, precursor do Templo.
Segundo as instruções que Moisés recebeu no Monte Sinai, a Lei, (Tábua das Leis ou Decálogo) contendo os fundamentos doutrinários deveria acompanhar o povo hebreu durante todo o tempo que durasse o êxodo.
“Assim Moisés mandou construir o Tabernáculo ou Tenda (do hebraico = suká), que seria o santuário (em hebraico = mishkan) para guarda do Torah e para os ofícios religiosos, durante a longa viagem em direção à Palestina.”(Castelani, 1993.p.61).
Moisés recebe as Tábuas da Lei
A Bíblia nos diz que o Tabernáculo foi montado em um terreno de formato quadrilongo de cem côvados de comprimento por cinqüenta de largura, (45 por 27,5 metros). A tenda, que era a parte mais importante do conjunto era formada por quatro tendas sobrepostas. A mais interna era de linho e as demais de peles tingidas de púrpura. A tenda maior era o Kodesh (Santo) e continha: à entrada, o Altar dos Perfumes; ao norte o Altar dos Pães Propiciais; ao sul, o candelabro de sete velas (Menorá). A tenda menor era o Kodesh Há Kodoshim (Santos dos Santos) e era considerado o local mais íntimo e sagrado de todo o conjunto, pois representava a habitação terrena de Deus. Na tenda só tinha ingresso sacerdote mais graduado e apenas num dia do ano, no dia da expiação (Yom Kippur) (20). Coube a Salomão, filho de David a tarefa de construir o Templo
A Planta do Templo de Salomão
O Templo de Salomão
4.2.2 - A ARCA DA ALIANÇA
Segundo a Bíblia, Moises teria recebido no Monte Horeb, na península do Sinai, durante a viagem para a terra prometida, instruções divinas que o povo hebreu deveria cumprir (Ex: 24-12). “Então disse o Senhor a Moisés, sobe amim, ao monte e fica lá; e dar-te-ei Tábuas de Pedra e as leis e os mandamentos que tenho “.
Para guardar as Tábuas da Lei o Senhor ordena a Moisés construir uma arca que seria guardada no Tabernáculo.(Ex:25.10-22). “Farão um tabernáculo e habitarei no meiodeles.. farão uma arca de madeira de acácia...e porás dentro da arca o testemunho que te dei...”
A Arca da Aliança (Tyrb Nwra-àrow beriyth) era um baú construído de madeira de acácia e media 1.25 mts de comprimento, 0,75 mts de altura e 0.75 de largura (considerando que o côvado equivalia de 45 a 50 cm) (21). A Arca foi construída por Bezabel, (que construiu o Tabernáculo, templo desmontável que foi usado durante a travessia do deserto) (22). A Arca era de acácia, toda forrada de ouro por dentro e por fora ,com uma bordadura em volta ,também em ouro.
A Arca tinha quatro argolas e dois varais, que não poderiam ser retirados do local e também revestido de ouro. Tanto o ouro como acácia eram considerados como incorruptíveis e por isso foi empregado na sua confecção. A Arca era coberta com uma tampa chamada de Propiciatório e adornada com dois querubins, também feitos de ouro maciço voltados para o centro da Arca Dentro da Arca ficavam as Tábuas da Lei, o Pote de Maná, e a vara de Aarão que florescera.(HB: 9-4)
4.2.3 – O SIMBOLISMO DA ARCA A arca era o símbolo mais importante da fé judia e serviu como a única manifestação física de Deus na terra. A importância da Arca pode ser vista pela sua localização no Tabernáculo, e posteriormente no Templo (Sanctus Sancturum) bem como as restrições em torno dela como, por exemplo, de que somente o Sumo Sacerdote (Aarão) poderia adentrar no lugar santíssimo e isto só uma vez no ano por ocasião do Dia do Perdão (Yom Kippur) (Lev: 16.2). Da leitura do livro do Ex: 25-22 depreende-se que ela representava o Trono de Deus no interior do Tabernáculo, que estava ali para julgar as ações do povo Hebreu e também para transmitir os princípios e ensinamentos de sua palavra. Segundo a tradição, a Arca continha o Decálogo (os Dez Mandamentos ditados por Deus a Moisés), o cajado de Aarão e um recipiente com maná. Para os israelitas, a Arca representa Deus acompanhando os judeus durante a travessia do deserto. A Arca desapareceu na tomada de Jerusalém, em 586 d.C., embora seja mencionada em lendas posteriores.
4.2.4 – AS VESTES DE AARÃO
Os sacerdotes, pela sua posição de interlocutores da palavra de Deus, deveriam se distinguir dos demais israelitas. Aliás, Aarão e seus irmãos já eram distinguidos, pois pertenciam à casa de Levi, a quem fora outorgado pelo Senhor a missão de daí saírem os seus sacerdotes (a esse respeito ver Castelani, op.cit .p.83).
As vestes sacerdotais deveriam refletir a dignidade da função.Em Ex: 28-4., o Senhor disse a Moisés:
“Farás a teu irmão Aarão vestes sagradas em sinal de dignidade, de ornato... de sorte que ele seja consagrado ao meu sacerdócio. Eis as vestes que deverão fazer: um peitoral, um efod, um manto, uma túnica bordada, uma mitra, um cinto deverão usar fios de lá azul púrpura e vermelha, fios de ouro de linho puro...farás tambémo peitoral .. e encheras de pedras de engate ... e serão aquelas pedras os nomes das doze tribos de Israel.”
Na seqüência dos versículos, até o número 29 temos todo o detalhamento destas vestes, não só de Aarão, mas também dos seus irmãos. Deve-se ressaltar que estas vestes deveriam ser usadas todas as vezes que chegassem pertodoaltar paraservirem como sacerdotes, a fim de não incorrerem em falta e de não morrerem.
4.2.5 - O ÓLEO DA UNÇÃO A Bíblia sempre fala do óleo da unção usado nas cerimônias de consagração dos sacerdotes.É o que encontramos em Ex:28.14 e 29 : “... e os ungirás, investindo-os e consagrando-os para que me sirvam como sacerdotes.’”...tomarás o óleo da unção e o ungirás derramando sobre sua cabeça.”. (29)
O Salmo 133, ora analisado temos:“.é como o óleo precioso sobre a cabeça ,que desce à orla dos seus vestidos”. Surge então a pergunta: que óleo era este? Qual sua composição? A própria Bíblia nos explica inclusive com a sua quantidade, em Ex: 30.22-33 : “O senhor disse a Moisés, escolhe os mais preciosos aromas : 500 ciclos de mirra...250 ciclos de junco odorífero ,500 ciclos de cássia e um hin de azeite de oliveira. Será este o óleo para a sagrada unção.este será para mim, o óleo da unção sagrada, de geração emgeração.”
Fazendo a conversão das quantidades para as medidas atuais; Um ciclo =12 gramas; 500 ciclos x 12 gramas = 6 quilos de mirra 250 ciclos x 12 gramas = 3 quilos de junco odorífero. 500 ciclos x 12 gramas = 6 quilos de cássia. Um hin = 6 litros de azeite puro (23)
5 - OS MONTES (24)
5.1 – HERMON
Ao norte de Israel (Palestina) existe a cordilheira antilibana (de Antilíbano, uma das suas montanhas) em contraposição a Libana no território do Líbano.
Nesta cordilheira se encontra o Monte Líbano, famoso por seus cedros, nas suas encostas. Esta cadeia se desenvolve do nordeste ao sudeste por vários quilômetros e suas extensões e alturas são vistas a partir do mar Mediterrâneo.
Dentro desta cordilheira, fazendo divisa entre Israel, Líbano e a Síria encontram-se o Monte Hermon com seus 2814 metros de altura e seu cume sempre nevado.
Segundo o site www.execulink.com/~wblank/index.htm lê-se: “Mount Hermon, from the Hebrew word pronounced ker-mone, meaning abrupt, is the eastern extension of the Anti-Lebanon mountain range. Consisting of a ridge about 20 miles (32 kilometers) long with three peaks rising up to 9,200 feet (2,800 meters) above The Mediterranean Sea, it marked the northern boundary of Israel (Deuteronomy 3:8, 4:48, Joshua 11:3, 11:17, 12:1, 13:11). “(25)”.
Hermon, para os Sidonianos (povo que habitava o vale do Sidon), era Sarion e para ao Amorreus (outro povo) era Sanir, significando sagrado. Por ser considerado sagrado, existiam em suas encostas e até no seu cume pequenos templos religiosos, cujas ruínas foram descobertas pelos arqueólogos.
Segundo Castelani, já citado anteriormente, o Monte Hermon, pelo seu fornecimento de madeira para a construção de navios, pelo seu caráter sagrado, pelo seu orvalho que descia sobre toda a Palestina irrigando suas terras, era, sem dúvida na antiguidade, a mais famosa e importante montanha da região.
Devido à altura, as correntes de ar procedentes da sua cordilheira levam a névoa para toda a região (inclusive Sião), condensando-se ali, sob a forma de orvalho. Por outro lado, o degelo da sua neve é a principal fonte alimentadora do rio Jordão e, por extensão, do lago da Galileia e de toda a região da Palestina.
Monte Hermon
Divisa entre os 3 paises
5.2 – SIÃO
Vista aérea de Jerusalém
A enciclopédia Delta Larousse define Sião, em árabe Djabal Sahyun, como uma das colinas sobre as quais Jerusalém foi construída. Geograficamente o monte Sião é uma elevação, de cerca de 800 metros, entre os vales de Cedron e de Tyropocon a qual segundo a Bíblia, David tomou dos Jebuseus, mais ou menos em 1000 a.C.
Após a vitória passou a ser chamada de Cidade de David (25) porque para ali David se mudou saindo da cidade de Hebron levando consigo a Arca da Aliança.
Sião ou Jerusalém, (27) na Bíblia, é chamada por outros nomes, a saber: Sião, cidade de Judá, cidade Santa,cidade de Deus, cidade da Justiça, cidade do Grande Rei, Aelia Capitolina (no tempo do Imperador Adriano) e El-Kuds (“a santa”) dado pelos árabes.Posteriormente quando a Arca foi transferida para o Templo que Salomão havia construído no Monte Moriá, o nome Sião compreendia também toda a cidade de Jerusalém (26).
Sião ou Sion passou a ser o nome simbólico de Jerusalém, da Terra prometida, da cidade de Davi. Deriva de Sion a palavra Sionismo. No dicionário Michaelis encontra:
SIONISMO [Do top. Sion, denominação judaica de Jerusalém, onde há um monte com esse nome, + (ismo)]. .m 1. Estudo das coisas referentes à Jerusalém. 2.Movimento político e religioso judaico iniciado no séc. XIX, que visava ao restabelecimento, na Palestina, de um Estado judaico, e que se tornou vitorioso em maio de 1948, quando foi proclamado o Estado de Israel.
Continua na Parte 2 deste trabalho; por favor verifique o Índice de trabalhos
Notas Bibliográficas (Parte 1) 01 - Grande Loja Maçônica de MG e a Constituição de Anderson, p.1. 02 – Allec Mellor – Dicionário da Franco Maçonaria, p.159. 03 – Gomes, Pindorama.A Ordem Primitiva dos Cavaleiros Templários, p.6. 04 – www.salmos133.Org / Biblioteca de Trabalho Maçônico. 05 – Id. 06 – G L M M G – Landmarks.... p.159 07 – Revista Superinteressante.Abril/Maio. 2002 08 – Bíblia Sagrada.P.8 09 – O Aprendiz, out.99, p.16. 10 - Revista A Trolha, ago. /97 p.30. 11 – Revista A Trolha, mar. /97 p.31. 12 – Revista Trolha, out. /99 p.8. 13 – Bíblia Sagrada, p.52. 14 – Bíblia Sagrada, p. 521. 15 – Id. 16 - I Samuel 16.22-23 17 – www.terrasanta.hpg.ig.com.br/personagem.htm 18 – Id. 19 – Jose Castelani.A Maçonaria e a Herança Hebraica, p.82. 20 – Id.P.62 21 – Medida bíblica. Distancia entre o cotovelo e ponta do dedo médio.Côvado = cubitum. 22 – www.us-israel.org/jsauce/imagens/ark/ark.jpg 23 – http://www.pefelix.brturbo.com/psl/b_medidas_moedas.htm 24 – www.bibareh.com/glosary/m.html 25 - http://images.google.com/imgres 26 – Bíblia Sagrada 2 Samuel 5.6-9 27 – www.uol.com.br/bibliaworld 28 – id.
Troca da Bandeira A 6 anos juntamente com ACESP-Distrt.Ipiranga,de 4 em 4 meses efetuamos a troca da Bandeira, em um ato Cívico singelo, que lutamos pelo resgate ao Amor a Pátria, no berço de nossa Independência. http://br.pg.photos.yahoo.com/ph/vanderleivf/album?.dir=/971d&.src=ph&.tok=ph.jbMDBRjMKXjoK O Ir.'. Gino Struffaldi é da Loja L'Aquila Romana ex-combatente de 32, temos muito orgulho dele.
Troca da Bandeira maio 05
Veja as minhas fotos!
vanderleivf está convidando você para ver um álbum no Yahoo! Fotos. Clique no botão abaixo para abrir o álbum.
A 6 anos juntamente com ACESP-Distrt.Ipiranga,de 4 em 4 meses efetuamos a troca da Bandeira, em um ato Cívico singelo, que lutamos pelo resgate ao Amor a Patria, no berço de nossa Independencia.
Que conhece alguém em Torino na Itália, para abrigar durante os Jogos Olímpicos de Inverno (XX giochi Olimpici Invernali), a sobrinha Ligia.
Como disse ao telefone, depois que nossa filha Laura atuou como voluntária nas Olimpíadas de Atenas, agora foi a vez da caçula, Lígia, ser selecionada para trabalhar como voluntária nos Jogos Olímpicos de Inverno (XX giochi Olimpici Invernali), que acontecem em Torino, em fevereiro 2006.
A escolha muito nos honra já que, entre milhões de jovens de todo o mundo que se candidataram ao trabalho, poucos foram chamados - e menos ainda da América Latina.
Como devem saber, grande parte dos serviços de apoio aos atletas, comitivas e turistas, em jogos olímpicos é feito por jovens voluntários de todo o mundo. Eles trabalham sem remuneração, apenas pelo pelo espírito olímpico, que une, através do esporte, pessoas de todas as partes do mundo, sejam quais forem suas origens, raças ou crenças.
O comitê olímpico proporciona uma refeição por dia, transporte urbano e uniformes gratuitos para os voluntários. Mas a viagem a Torino, assim como as acomodações ficam por conta do voluntário. A passagem aérea não é problema para nós, mas acomodação sim.
Precisamos encontrar, até final de agosto deste ano, uma família residente em Torino (ou localidades bem próximas) que aceite hospedar a Lígia gratuitamente desde meados de janeiro 2006 (quando começa o treinamento dos voluntários) até o final dos jogos, dia 26 de fevereiro 2006. Podem ser acomodações modestas, mesmo compartilhando o mesmo quarto com os jovens da família italiana. E não é necessário que ela faça refeições com a família.
Lígia tem 18 anos (19 em agosto), está no segundo ano da faculdade de Educação Física na Unisa, fala inglês fluente, além de italiano e espanhol básicos. Esteve em Roma e Atenas no último verão e é alegre, expansiva e muito responsável. Trabalhou como voluntária na etapa de Florianópolis da competição mundial de triatlo - Ironman - e trabalhará também como voluntária na próxima competição de triatlo que será realizada na USP este ano. A foto do passaporte dela está no anexo.
Vamos torcer para que ela consiga uma família italiana que a hospede. Sem hospedagem definida até agosto de 2005, ela perde a possibilidade de ser voluntária. Se não encontrarmos uma família, teremos que arcar com os custos de alguma pensão ou hotel, o que vai ficar bem mais pesado.
Abraços, Eliana, Luiz e filhos
Um tríplice fraternal abraço, Ir.'. Fernando Colacioppo Loja Maçônica "L'Aquila Romana" - 3365 - GOB - GOSP Rua Augusta n.º 719 - Reunião 2º Sábados do mês - Sede Própria e-mail lanciano@... / site www.redecolmeia.com.br
SEMINÁRIO EDUCAÇÃO E INVESTIMENTO Conversão da Dívida para o Desenvolvimento Auditório da Bovespa - Rua XV de Novembro, 275 - Centro - São Paulo 28 de junho de 2005 Inscrições gratuitas até 24 de junho pelo email: inscricao.seminarios@...
Brasília, 21 de junho de 2005
Assunto: Seminário EDUCAÇÃO E INVESTIMENTO - Conversão da Dívida para o Desenvolvimento
Tenho a honra de convidar Vossa Senhoria para comparecer ao "Seminário EDUCAÇÃO E INVESTIMENTO - Conversão da Dívida para o Desenvolvimento", a ser realizado em São Paulo, na sede da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), no dia 28 de junho de 2005.
2. Partindo do pressuposto de que o investimento na educação eleva os níveis globais do rendimento do fator trabalho e, por conseguinte, de toda a economia, o Seminário visa abrir espaço inédito de diálogo entre as esferas educacional, financeira e produtiva com vistas a identificar modalidades inovadoras de financiamento do desenvolvimento aplicadas à educação. Nesse sentido, estão previstos os seguintes painéis:
i) Caminhos e viabilidade para troca de dívida por investimento em educação; e ii) Alternativas de mercado para troca de dívida por investimentos em educação.
3. O objetivo do evento é lançar um debate teoricamente consistente e empiricamente factível, tendo como premissa uma ação responsável e equilibrada e dentro do mais absoluto respeito aos contratos, sobre iniciativas realizadas (desde os anos 1980), em curso ou em análise em matéria de conversão de parcelas da dívida externa de países em desenvolvimento por investimentos em educação.
4. O Seminário é iniciativa conjunta do Ministério da Educação, da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), do jornal Valor Econômico, da Bovespa e da Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI). A iniciativa se insere em processo de reflexão iniciado nos âmbitos da OEI e da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) tendo em vista, em particular, a consecução dos Objetivos do Milênio (ONU) e as metas de Educação para todos (UNESCO).
5. No aguardo de uma resposta, que espero afirmativa, de Vossa Excelência, aproveito a oportunidade para reiterar-lhe a garantia de minha alta estima, com que me subscrevo, TARSO GENRO Ministro da Educação
Programa
09:00 CERIMÔNIA DE ABERTURA · Ministro da Educação do Brasil, TARSO GENRO · Ministro da Fazenda, ANTONIO PALOCCI FILHO · Ministro das Relações Exteriores do Brasil, CELSO AMORIM · Ministro da Educação da Argentina, DANIEL FILMUS · Representante da UNESCO no Brasil, JORGE WERTHEIN · Secretário Geral da OEI, FRANCISCO PIÑÓN · Presidente da FGV, CARLOS SIMONSEN LEAL · Presidente da Bovespa, RAYMUNDO MAGLIANO
10:30 Intervalo para a saída de autoridades
10:45 PAINEL 1: Caminhos e viabilidade para troca de dívida por investimento em Educação · DANIEL FILMUS, Ministro da Educação da Argentina, para relatar as experiências com a Espanha · FÉLIX GARCÍA LAUSÍN, Vocal Asesor del Departamento de Educación y Cultura no Gabinete da Presidencia de Governo, Representante do governo da Espanha, - para relatar experiências com Argentina e Equador · MICHAEL KLINGBERG, do Ministério de Cooperação Econômica e Desenvolvimento, Representante do governo da Alemanha - para relatar experiência com a Indonésia
· LUÍS MARINHO, Presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT)
13:00 ALMOÇO OFERECIDO PELA BOVESPA
14:30 PAINEL 2: Alternativas de mercado para troca da dívida externa por investimentos em Educação
· BERNARD APPY, Secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda · MARCOS LISBOA, Presidente do Instituto de Resseguros do Brasil · BERNARDO KLIKSBERG, representante do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) · DIEGO FILMUS, Economista · Prof. ROBERTO FRANKLIN DE LEÃO, Secretaria-Geral da Confederação Nacional de Trabalhadores da Educação (CNTE)
16:30 Encerramento
· SENADOR RENAN CALHEIROS, Presidente do Senado Federal
Trabalho unicamente de responsabilidade do autor. Colaboração do Ir.'. José Cássio Simões Vieira (Mestre Instalado da ARLS Theobaldo Varoli Filho)
FÉ, ESPERANÇA E CARIDADE
Tendo em vista a necessidade de buscar argumentos que possam contribuir para o aprimoramento moral e espiritual dos Maçons, no sentido desenvolver e assegurar a fidelidade às obrigações assumidas, bem como aperfeiçoar seu caráter, a Ordem analisa os ensinamentos propiciados pelas Grandes Religiões.
Tais estudos, como é óbvio, não se prendem a questões religioso-sectárias, o que sairia totalmente do espírito maçônico, mas sim ao conteúdo filosófico, ao núcleo ético, dos ensinamentos das religiões, os quais, na verdade, são todos superponíveis uns aos outros.
De fato, por mais inconciliáveis que pareçam, à primeira vista, os diversos sistemas religiosos, quem os examina com imparcialidade, não pode deixar de concluir que só existe, na verdade, uma religião, sempre adaptada à situação social em que surge. Seus elementos essenciais constituem, independente de seus dogmas, a mais completa metodologia educacional, pois, acompanhando o homem do berço até o túmulo, tem como finalidade adaptá-lo, cada vez mais, ao convívio social. E, do ponto de vista da transcendência, não existe uma religião melhor do que a outra, já que a melhor, para cada um de nós, é aquela que nos facilitará melhor compreender os mistérios e desígnios de Deus, permitindo-nos entrar em comunhão com um TODO MAIOR, não importa o nome que se lhe dê. O que importa é que esse estado de consciência nos leve a descobrir uma razão de viver, um sentido de vida, que ultrapasse nossa simples presença na Terra.
Dentro dessa concepção, façamos uma sucinta análise da Trilogia Cristã, constituída pela Fé, Esperança e Caridade, ou seja, pelas Virtudes Teologais.
As Virtudes Teologais
Definamos, em primeiro lugar, o que é virtude.
Tal pergunta já é feita ao postulante, quando da cerimônia de sua Iniciação ao Primeiro Grau.
A virtude é uma disposição habitual e firme para fazer o bem. Permite-nos não só a praticar bons atos, mas a dar o melhor de que dispomos. Com todas as suas forças físicas e espirituais, a pessoa virtuosa tende ao bem, persegue-o e escolhe-o na prática.
Se alguém busca sempre dizer a verdade, possui a virtude da veracidade ou sinceridade. Se prima por ser rigorosamente honesto com o direito dos outros, tem a virtude da justiça.
Para os teólogos do Cristianismo, se adquirimos uma virtude por esforço próprio, como as mencionadas acima, ela é uma virtude natural. Mas, há virtudes que exigem muito mais para se consolidar; dependem de um "dom divino" para serem adquiridas e a elas o homem não pode chegar só com seus dotes naturais. São as virtudes sobrenaturais ou teologais, assim chamadas porque dizem diretamente à intervenção divina.
Na verdade, nada ocorre sem a presença de Deus. "Invocado ou não, Deus está sempre presente".
A Fé
Das três Virtudes Teologais a Fé é fundamental.
Não confundamos a Fé com a simples crença, como magistralmente frisa Huberto Rohden.
Tal confusão surgiu nos primeiros anos do Cristianismo, quando o texto grego do Evangelho foi traduzido para o latim.
Fé, fides, quer dizer "fidelidade", harmonia entre a alma humana e o espírito de Deus. É, basicamente, uma "adesão pessoal" do homem a esse TODO MAIOR, uma atitude de "alta fidelidade", de sintonia de freqüência do receptor (homem) com o emissor (Deus).
Como esse substantivo latino não tem verbo derivado do mesmo radical, como no grego, os tradutores viram-se obrigados a recorrer a um verbo de outro radical, valendo-se de credere, que em português deu crer.
Crença, crer, com efeito, têm conotação diferente de Fé, de ter Fé. Refere-se a algo incerto, vago, como quando dizemos: "creio que vai chover", "creio que Fulano mudou-se de casa".
Crer em Deus não é o mesmo que ter Fé ou fidelidade a Deus. Quem tem Fé, fides, fidelidade estabelece com Deus perfeita sintonia ou sinfonia de pensamentos, palavras e obras.
Se o espírito humano não está sintonizado com o espírito de Deus, ele não tem Fé, embora talvez creia. Tal pessoa pode, em tese, aceitar que Deus existe e, apesar disso, não ter Fé.
Crer é um ato apenas intelectual, de quem se persuadiu de algo que lhe parece verdadeiro; ter Fé vai mais longe. É uma atitude de consciência e de vivência, que brota da experiência íntima. É o resultado de uma intuição espiritual, que transcende a mera intelectualização.
A Fé implica certeza. Ter Fé é guardar no coração a luminosa certeza em Deus, certeza que vai muito além do âmbito da crença.
Conseguir a Fé é alcançar a possibilidade de não mais dizer "eu creio", mas afirmar "eu sei", ou seja, eu saboreio, que é o significado etimológico de saber, com todas as dimensões da razão, iluminadas pela luz do sentimento.
Essa Fé não é de boca para fora, recitada. É profunda, inabalável, não se estagnando em nenhuma circunstância de vida, habilitando-nos a superar os maiores obstáculos. É nesse sentido que "a Fé remove montanhas", que são os entraves encontrados em nosso caminho evolutivo, ou seja, os vícios, as paixões, os preconceitos, a ignorância, os interesses puramente materiais, as dores, os reveses, o infortúnio etc.
Em outras palavras, com a certeza na assistência de Deus, a Fé exprime a confiança, que sabe enfrentar todas as lutas e problemas, com a luz divina no coração.
A Fé inteligente
A Maçonaria insiste em que a Fé não pode ser reduzida à simples crença em certos dogmas religiosos, aceitos sem exame, anulando-se a razão. Essa é uma "fé cega", comparável a um farol, cuja luminosidade não atravessa o nevoeiro, deixando o navegante sem saber seu rumo nos momentos de tormenta.
A verdadeira Fé é esclarecida, como um foco elétrico, que ilumina com brilhante luz o caminho de nossa evolução e ser percorrido.
Chamemo-la "Fé racional" e, por isso mesmo, robusta. Necessita ser conquistada, porquanto passa pelas tribulações da dúvida, pelas aflições que embaraçam o caminho dos que buscam o livre exame e a liberdade de pensamento.
Em vez de dogmas e mistérios, cumpre-nos reconhecer os princípios que regem o mundo e o homem.
Assim, a verdadeira Fé é inteligente, porque se apóia na lógica. Não basta somente dizer "tenho fé". É indispensável conhecer, compreender, saber a dinâmica dessa certeza.
A Fé não dispensa o suporte da razão. "Quem tem olhos de ver, que veja!". Basta lançar nossos olhos sobre as obras da criação, para se ter certeza da existência de Deus. Não há efeito sem causa. O Universo existe; ele tem, pois, uma causa. Duvidar da existência de Deus seria negar esse axioma das ciências e admitir que o nada pode fazer tudo.
Deus é a Grande Lei que estabeleceu e mantém a Harmonia Universal. É o Grande Arquiteto do Universo. Duvidar da existência de Deus é duvidar de si mesmo!
A Esperança
A Esperança é a filha dileta da Fé.
A Fé vivida em plenitude, como acima definida, já contém a Esperança, virtude teologal pela qual confiamos na promessa da vida eterna.
Em Maçonaria, usamos a expressão "Oriente Eterno", no sentido de que a alma é imortal e o fenômeno a que se chama morte não é, senão, a transição de uma etapa de nossa evolução infinita.
Por isso, a pessoa consciente, que possui a virtude da Esperança, é capaz de vencer o medo, as tribulações, as intempéries da vida diária, com compreensão e resignação, agradecendo a dádiva das provas e provações que Deus nos oferece, para que nos aperfeiçoemos em nossa caminhada espiritual, na busca da LUZ que vem do Oriente.
A Caridade
Enquanto a Fé e a Esperança são virtudes que vivenciamos em um plano subjetivo, a Caridade é uma ação explícita, em nível objetivo. É uma atuação, embora deva ser silenciosa. Sua prática desenvolve a Fé e a Esperança.
Um dos fundamentos da Ordem Maçônica é a prática da Caridade, sob a forma de filantropia, visando ao bem estar do gênero humano. De fato, nossa Instituição não está constituída para se obter lucro pessoal de nenhuma espécie, senão, pelo contrário, suas arrecadações e seus recursos destinam-se a contribuir materialmente para aqueles que estão privados dos meios de prover uma digna subsistência. E "que nossa mão esquerda não saiba o que dá nossa mão direita".
No entanto, independente de qualquer aspecto pecuniário, o Grande Arquiteto do Universo nos dá a oportunidade de, em qualquer parte, praticar a "caridade maior", a caridade moral, pois "nem só de pão vive o homem".
Ninguém precisa dispor de recursos materiais para praticar essa Caridade. Entretanto, ela é a mais difícil e, por isso, a mais valiosa. Se não, vejamos alguns exemplos:
Fazer aos demais o que desejaríamos fosse feito conosco.
Perdoar as ofensas tantas vezes quanto forem necessárias.
Respeitar nos semelhantes a LIBERDADE de opiniões e pensamentos divergentes dos nossos.
Ter pelo próximo solidariedade fraternal, FRATERNIDADE.
Lutar pela IGUALDADE de direitos entre as pessoas.
Abster-se de julgamentos precipitados e de juízos temerários.
A lista é imensa. O que importa é sabermos que essa "caridade moral" não implica subserviência de nossa parte. Pelo contrário, quanto mais nos respeitemos e qualifiquemos, mais capacidade teremos de nos dar, de amar, de sermos caridosos.
"Avaliações objetivas da gestão e da qualidade de vida de uma cidade permitem aumentar a eficiência e a eficácia da administração, contribuindo para o estabelecimento de prioridades e metas."